Defesa do PSG vence pela primeira vez o galardão da CAF, enquanto o selecionador de Cabo Verde é distinguido após garantir histórica qualificação para o Mundial2026.
Os ‘faraós’, alcunha da seleção de futebol do Egito, foram os primeiros africanos a disputarem um Mundial de futebol, em 1934, em Itália, na segunda edição de um campeonato do Mundo.
O jogo entre Moçambique e Uganda, referente à 5.ª jornada da fase de qualificação para o Mundial de futebol, vai realizar-se em 20 de março no Estádio Internacional de Cairo.
A FMF foi instada pela CAF “a identificar, com urgência, um estádio alternativo dentre os aprovados pela CAF, para os jogos subsequentes de clubes e seleção nacional AA que se avizinham”.
Em causa estão os eventos antes do Líbia-Nigéria marcado para Benghazi, em 15 de outubro, que os nigerianos estivertam retidos durante 20 horas num aeroporto abandonado.
Na gala de atribuição dos prémios de 2024 da CAF, que vai decorrer em Marraquexe em 16 de dezembro, será também anunciado o sucessor do nigeriano Victor Osimhen como melhor jogador africano do ano.
Presidida pelo sul-africano Patrice Motsepte, a CAF, que agrupa 54 federações nacionais, luta para melhorar a sua imagem, desgastada por múltiplas suspeitas de corrupção.
O principal Estádio de futebol da Guiné-Bissau, construído pela China em 1989, estava interditado para jogos oficiais da CAF e da FIFA por falta de condições nos balneários, relvado, fraca iluminação artificial e ausência de cadeiras numa das bancadas.
A Fundação Motsepe, do presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), disponibilizou 10 milhões de dólares (9,4 milhões de euros) para o campeonato africano de futebol escolar.
Em causa estava uma acusação de a CAF ter violado as regras de concorrência, ao assinar um acordo exclusivo de transmissão televisiva para as competições africanas com a Lagardère Sports.
Os demais estádios angolanos, e que continuam encerrados para jogos internacionais, voltarão a ser inspecionados pela Confederação Africana de Futebol.
No encontro disputado quarta-feira, com o Mali vencia por 1-0, o árbitro deu por terminado o jogo quando estavam decorridos 85 minutos. Depois ainda o retomou, para voltar a terminá-lo em definitivo aos 89 minutos.
Além da inexistência do protocolo sanitário para a competição, a disputar de 9 de janeiro a 6 de fevereiro, nos Camarões, os clubes alertam para o risco de uma ausência mais alargada dos jogadores, face às quarentenas obrigatórias e restrições de viagens.
A Federação Angolana de Futebol (FAF) confirmou que nos próximos dias inspetores da Confederação Africana de Futebol (CAF) visitam Angola para inspecionar também os estádios dos Coqueiros e do 22 de Junho, afeto ao Interclube, em Luanda.
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