Cristiano Ronaldo voltou a escrever o nome nos livros de recordes. O capitão da Seleção Nacional marcou dois golos no empate (2-2) de Portugal frente à Hungria, em Alvalade, tornando-se o melhor marcador de sempre na história das qualificações para Mundiais.

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Com este bis, o avançado português chegou aos 41 golos em 51 jogos nesta fase, superando o anterior recordista, o guatemalteco Carlos Ruiz (39), e deixando Lionel Messi no terceiro lugar da lista, com 36.

Aos 40 anos, Ronaldo continua a desafiar a lógica e o tempo. Soma agora 143 golos em 225 internacionalizações por Portugal, além de 805 golos em 1.068 jogos ao nível de clubes — um total impressionante de 948 golos oficiais na carreira.

Desde 2021, o jogador do Al-Nassr, da Arábia Saudita, continua a mostrar números de excelência: já leva 104 golos em 117 jogos pelo clube, e em 2025 soma 32 tentos entre clube e seleção. Desde 2010, o português mantém uma média incrível de mais de 50 golos por ano civil, com o auge em 2013, quando marcou 69 golos e conquistou a Bola de Ouro.

Especialista com ambos os pés e letal no jogo aéreo, Ronaldo mantém uma distribuição impressionante dos seus golos: 181 com o pé esquerdo, 608 com o direito e 157 de cabeça — cerca de 17% do total. Além disso, 178 foram de penálti e 64 de livre direto, confirmando o seu estatuto de marcador completo.

Por competições, o português brilhou sobretudo na La Liga, onde marcou 311 golos em nove épocas ao serviço do Real Madrid, permanecendo também como melhor marcador de sempre da Liga dos Campeões, com 140 golos.

Os adversários espanhóis foram os mais castigados: o Sevilha sofreu 27 golos em apenas 18 encontros, seguido por Atlético de Madrid e Barcelona. Em Inglaterra, o Tottenham é o seu “alvo” favorito (14 golos em 20 jogos), enquanto Luxemburgo lidera a lista de vítimas ao nível internacional.

Com 948 golos oficiais e a dois anos do fim do contrato com o Al-Nassr, as projeções apontam para um novo marco histórico: Cristiano Ronaldo poderá tornar-se o primeiro futebolista a alcançar os 1.000 golos oficiais em outubro de 2026 — um feito que coroaria, de forma única, uma carreira já lendária.